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quinta-feira, 28 de abril de 2011

HISTÓRIA DA CULINARIA JAPONESA

Nosso combinado!

Quando os imigrantes japoneses chegaram ao Brasil, no começo do século passado, trouxeram na bagagem a culinária. No início, tratada apenas como exótica, a alimentação oriental rompeu com os limites geográficos, e, obedecendo às tradições e aos costumes milenares orientais, as receitas foram cultivadas e passadas de geração para geração. Com singelas adaptações aos costumes ocidentais, a comida nipônica foi ganhando tradição e prestígio, deixando de ser rara especiaria para ser tratada como saudável opção alimentícia. Esta expressão de cultura do Japão conquistou adeptos e apreciadores no mundo inteiro. O exotismo dos pratos e a maneira como são apresentados chamam a atenção não apenas pela beleza e variedade de cores e sabores, mas também pelo equilíbrio e o perfil saudável de cada elemento que os compõem e revela a integração da cultura milenar de um povo cujos habitantes têm a melhor qualidade de vida e a maior longevidade.
Os pratos tradicionais japoneses são preparados à base de arroz, sopa de misso (pasta de soja), peixe ou carne, acompanhados de tsukemono (picles). Os temperos mais comuns na cozinha japonesa são o shoyu (molho de soja), o wasabi (raiz forte), o misso (pasta de soja), o karashi (mostarda), mirin e sake (bebida alcoólica a base de arroz) e dashi (caldo de peixe ou carne).

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011






Curiosidades sobre o Japão…

No Japão, as estações do ano claramente marcadas e as suas mudanças sempre foram temas importantes para os poetas e pintores japoneses. O clima vai do subtropical em Okinawa ao subártico nas ilhas Curilas.

O Monte Fuji é um dos símbolos nacionais do Japão e a sua montanha mais alta tem 3776 metros de altitude. Este monte é um vulcão activo que, segundo a história registada, já entrou 18 vezes em erupção. A última vez foi em 1707. Em dias de boa visibilidade pode ser avistado de uma distância de 150 quilómetros!

Sabias que foi com os seus vizinhos chineses que o Japão aprendeu a cultivar o arroz?

Sabias que no Japão… existe um túmulo em forma de buraco de fechadura?... Este túmulo foi construído para o lendário imperador Nintoku, por volta do ano 400. Tem quase 500 metros de comprimento e é rodeado por três valas de água.

O Grande Buda, em Nara, foi construído no século VII. Tem 16,2 metros de altura e é a maior estátua de metal fundido que existe no mundo!

As Rochas Casadas, em Futamigaura, na Baía de Ise, são simbólicas para os seguidores do Xintoísmo porque as pessoas pensam que elas abrigaram os deuses Izanagi e Izanami, os lendários criadores das ilhas do Japão.

O Pagode de Horiuji é o mais antigo do Japão. Os Pagodes começaram por ser construídos sobre relíquias sagradas associadas ao Buda. Horiuji tornou-se um centro famoso para o estudo do Budismo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010





Receita de Hamuraki
Tempo de Preparo: 40 minutos


Ingredientes
Massa:
2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de óleo
1 colher (café) de sal


Recheio:
1 colher (chá) de gengibre picado
1 colher (sopa) de amido de milho
1 colher (sopa) de shoyu
1 colher (sopa) de sakê (Opcional)
2 colheres (sopa) de óleo
300 gramas de lombo de porco, cortado em tiras bem fininhas
300 gramas de repolho, picado em tirinhas
4 talos de cebolinha verde, picados


Molho Agridoce:
2 colheres (chá) de extrato de tomate
3 colheres (sopa) de vinagre
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de shoyu


Modo de Preparo
Colocar todos os ingredientes numa tigela funda e juntar 1 e ¾ xícaras (chá) de água. Misturar bem, até formar uma massa líquida e lisa; cobrir com filme plástico e levar à geladeira por uma noite.


Recheio:


Juntar todos os intredientes, exceto o óleo e misturar bem. Aquecer o óleo numa frigideira grande e de material grosso e refogar o recheio em fogo forte, mexendo com uma espátula de madeira. Reservar.
Aquecer uma frigideira pequena e colocar pequenas porções da massa, espalhando rapidamente com a ajuda de um pincel, para que fique bem fina; dourar somente de um lado, retirando do fogo quando ela começar a soltar da frigideira.
Arrumar os discos de massa sobre um prato raso e repita a operação até terminar toda a massa.
Para montar os Rolinhos:
Estender cada disco de massa sobre uma superfície seca, distribuir o recheio frio na parte central de cada disco, dobrando-os em seguida como se fosse um "embrulho". Fechar cada rolinho pincelando as laterais da massa com uma mistura feita com farinha de trigo e água. Fritar os rolinhos em bastante óleo quente, banhando como pastel.
Retirar com uma escumadeira e escorrer sobre papel-toalha.
Misturar bem todos os ingredientes do molho e servir acompanhando os rolinhos.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010





Prato Quente - Servido na Chapa

Dica e Sugestão para o horário do almoço.

A culinária Oriental não é apenas conhecida pelos sushis, sashimis e temakis. Por isso, nós sugerimos para o seu almoço ficar bem diferente uma especialidade da casa.

Que tal Teppanyaki?

Você escolhe qual prato principal deseja saborear ( Anchova, Truta, Salmão, filé de frango, Camarão, Frutos do Mar, Filé Mignon ou Picanha).

A opção escolhida será preparada e servida na chapa com legumes e acompanhado com Gohan e Missoshiro . Que delicia heim? Para ficar no clima oriental peça um saquê.
Bom apetite!

terça-feira, 9 de novembro de 2010





Curiosidade do mundo oriental. Você sabê qual é a origem do Saquê? Segue a dica da semana.

Tóneis de Sakês

Saquê (português brasileiro) ou saqué (português europeu) em japonês: 酒, sake, também お酒, osake e 日本酒, nihonshu) é uma bebida fermentada tradicional do Japão, fabricada pela fermentação do arroz; tomada geralmente quente e em grandes comemorações, como Ano Novo e cerimônias xintoístas de casamento.


A primeira produção de saquê de que se tem notícia data do século III e ocorreu em Nara, antiga capital japonesa. Diversas regiões do país o produzem, mas a região que leva a fama de fabricar o melhor saquê é o distrito de Fushimi, em Kyoto. Existem hoje em torno de 1.600 fabricantes de saquê no Japão. No Brasil, a bebida é produzida por empresas como a Sakura e a Azuma Kirin. Grande variedade de saquês brasileiros e japoneses podem ser encontrados em lojas no bairro da Liberdade, em São Paulo.

Processo de fabricação


Classificado na mesma categoria do vinho, o saquê é um fermentado natural, com teor alcoólico em torno de 16%, cujos únicos ingredientes são arroz e água. Do arroz sai a matéria prima para a fabricação do saquê, o koji, que resulta da remoção do amido e do excesso de óleo e proteínas contidos no arroz. Para se chegar ao koji, é preciso que o arroz seja polido, de modo a perder de um terço até a metade de sua superfície original, sendo depois macerado, enxugado, vaporizado e resfriado a uma temperatura de 5º C.


Em sequência, o koji é misturado com água e arroz vaporizado para que se forme o shubo, uma pasta de grãos. O shubo é colocado num tanque e fermentado por trinta dias, com adição do koji e novamente de arroz vaporizado.


Forma-se aí o maromi, uma mistura de bolo de saquê, sólido, e do saquê, líquido. Feita a separação por filtragem e submetido o líquido a uma ultrafiltragem, para garantir o sabor fresco da bebida, o saquê está pronto para ser consumido. Poderá ser mantido em garrafa por até dois anos, sem perder seu sabor natural.


Como beber

Diversos sakês
A melhor temperatura para o saquê ser consumido é de 35º C, porque nesta temperatura se percebe melhor as delicadas características da bebida. Mas pode ser bebido em temperaturas superiores ou inferiores, de acordo com a estação do ano.

Quando aquecido, a uma temperatura de até 45º C, o saquê é conhecido por kan . Torna-se encorpado e adquire um sabor acentuado de melão.Quando resfriado, o saquê é conhecido por higa e assume um sabor frutado. Ao ser servido é acrescentado sal às bordas do copo. É geralmente servido em copos de porcelana antiga ou em pequenos copos de madeira, conhecidos por masu.


Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 8 de setembro de 2010






Festival do Camarão.

O restaurante KANJI SUSHI LOUNGE tem uma novidade para você. Nesta semana do Feriado de 7 de setembro até o domingo 12 de setembro, acontece em nossas unidades um Rodízio Especial. Além do menu atraente com 80 opções de pratos que oferecemos dentro do cardápio do rodízio, incluímos também um delicioso festival de camarões. O Rodízio Kanji agora vem recheado de mais sabor, uma grande variedades de pratos a base de camarões e diversas opções como: TEMPURÁ DE CAMARÃO, CAMARÕES EMPANADOS, ROBATAS DE CAMARÃO E SUSHI DE CAMARÃO.





Camarão - Curiosidade.
O termo camarão (do latim cammārus, caranguejo do mar, camarão, lagostim, derivado do grego kámmaros, ou kámmoros) é a designação comum a diversos crustáceos da ordem dos decápodes, podendo ser marinhos ou de água doce. Tais crustáceos possuem o abdome longo, corpo lateralmente comprimido, primeiros três pares de pernas com quelas e rostro geralmente desenvolvido.

A pesca e a aquacultura de camarões é uma das atividades econômicas mais importantes, devido ao elevado valor comercial destes produtos de luxo da alimentação humana. De acordo com a informação “Fishstat Plus” da FAO, em 2002, a captura mundial de camarões marinhos foi de 2.843.020 toneladas, enquanto que a produção mundial por aquacultura foi de 1.292.476 toneladas. Recentemente, várias espécies de camarões do coral têm sido comercializados pela indústria aquarista[1].

Existem várias outras espécies de crustáceos aquáticos que têm no seu nome a palavra camarão, mas pertencem a grupos diferentes, tais como os camarões-de-concha (ordem Conchostraca) e os camarões-girinos (ordem Notostraca).
Os camarões comerciais são também conhecidos por outros nomes, tais como gamba ou lagostim (os de grandes dimensões, como o "camarão-tigre-gigante", Penaeus monodon, que pode atingir cerca de 35 cm de comprimento e um peso de cerca de 500 g – que são as dimensões médias dos verdadeiros lagostins).
Fontes: Wikipédia.
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